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CIÊNCIA E SAÚDE APRESENTA

QUEM TERIA INVENTADO O ÓRGÃO ?

Musica de Fundo: Ludwing van Beethoven

Symphony No. 6 Op. 68 "Pastoral" (1808)

Movements 1,3,4,5 (378 K)

Um dos mais notáveis instrumentos foi construído, no ano de 1952, pela Aeolian-Skinner Opus 1203,  para a First Church of Christ, Scientist in Boston (Igreja Mãe), Massachusetts, USA (Vide imagem em ( http://flickr.com/photos/23307082@N07/2364715459 )

Muita literatura poderá ser encontrada na WEB; todavia, uma das mais expressivas que recomendamos é a que foi autorizada pela própria Igreja Mãe ao espaço

https://id312.securedata.net/ravencd.com/merchantmanager/product_info.php?products_id=27

cujo sub-titulo é The Aeolian-Skinner organ in the Extension of The Mother Church

Assista demonstração do orgão  em vídeo >>>

Afinal, quem teria inventado o órgão, conhecido instrumento musical, geralmente instalado nas igrejas, utilizando originalmente o vento e teclado?

Alguns autores citam o nome de Jubal, filho mais novo de Lameque e Ada, como inventor da harpa e da flauta e talvez os hebreus fizessem uso de algum instrumento rudimentar e semelhante ao principio mecânico do órgão; afirmam também que o órgão teve como seu antecedente a Flauta de Pan.

Mais adiante, próximo a 170 a.C, descrito por vários autores, há um revezamento do inventor do órgão, ora Arquimedes ora Ctésibios (Ctesibio, Ctézibro, Ktesibio).

Aprofundando-se um pouco mais, poderemos agraciar aos dois gênios inventores com as seguintes descrições:

1) O mais antigo instrumento conhecido do gênero foi apresentado por Ctesíbio de Alexandria, muito antes de Cristo, ao tempo de Ptolomeu VII.

Era um instrumento hidráulico; funcionava metido numa caixa de água onde havia duas bombas de ar. O curioso órgão hidráulico era provido de um grande teclado e de 8 a 10 tubos;

2) Afirma-se que o primeiro órgão de tubos foi inventado por Arquimedes, cerca de 229 anos antes de Cristo, mas de qualquer forma esteve em uso o órgão hidráulico de Ctesíbios até o século IX (Testemunho de Casiodoro e Santo Agustín ), quando apareceu o órgão pneumático, movido por foles manuais; daí o nome de órgão de foles, designação que prevaleceu até aos nossos dias.

Porém, no Ocidente Século VIII, o mais antigo órgão de que a história faz menção é aquele que o imperador de Bizâncio Constantino Copronimo enviou em 755 ou 757 a Pepino o Breve (ou O Pequeno), e que foi colocado na igreja de S. Cornélio, em Compiègue; cita-se em seguida aquele que o califa de Bagda enviou a Carlos Magno. Estes órgãos eram muito pequenos e portáteis. Quando se construíram outros maiores foram chamados positivos, porque eram assentes no solo. Este nome foi conservado a um teclado do instrumento moderno, que põe em ação um pequeno órgão separado do resto dos jogos.

Posteriormente, o órgão alastra-se pela Europa; Todavia, não podemos assegurar, sem uma pesquisa mais intensa, quais foram os paises que predominaram na sua fabricação.

A descrição do órgão é muito difícil, por causa da surpreendente variedade que existe na construção e nas proporções desse instrumento. Outro fator complicador é que para um mesmo instrumento, escritos em latim, árabe, catalão, galego, castelhano e vários outros dialetos de outros paises, com ortografia própria e rudimentar, referiam-se os especialistas praticamente ao mesmo instrumento.

Um simples grupo de tubos afinados cromaticamente, correspondendo a um teclado e postos em ação por um fole, e aí temos um pequeno orgão.

Nos tubos nunca se excedeu, para o maior, a altura de 32 pés (450 kg de peso); é o que dá a nota mais grave.

Quanto aos tubos menores, que dão sons de uma agudeza extrema, não excedem 8 a 10 mm; É a forma variada destes tubos, e também á substancia empregada no seu fabrico, que se devem as diferenças de timbre que são a riqueza e uma das originalidades do órgão.

Uns são cilíndricos, outros cônicos, estes estreitados na parte superior, aqueles alargados; há os abertos, tapados, com orifícios, etc.

Esses tubos dividem-se em dois grupos bem nítidos; os jogos de fundo e os jogos de palheta, que se sub-dividem cada um em duas séries.

Encontram-se nos jogos de fundo de uma parte os jogos de flauta ou jogos abertos, e da outra os jogos de bordão ou jogos tapados, os primeiros de uma sonoridade aberta e franca, e os segundos de uma sonoridade mais pesada e mais espessa.

Nos jogos de palheta distinguem-se as palhetas livres, de som doce, acariciador, e as palhetas batentes, de som mordente, vibrando por vezes com rudeza.

Há ainda uma terceira série de jogos, chamados " de mutação" , cujo efeito único, extraordinário, é absolutamente especial ao órgão; cada um desses jogos compõe-se de quatro, cinco ou seis, e mesmo de dez tubos para cada nota. Este tubos de pequenas dimensões e de um som agudo, são afinados em terceira, quinta ou quarta, oitava, dupla terceira, etc., de maneira que cada nota faz ouvir um acorde perfeito varias vezes dobrado.

Resulta assim que o organista pode fazer varias notas seguidas sem dar lugar a séries de terceiras maiores, de quintas e de oitavas, cada uma das notas que entram na sua composição faz ouvir outros tantos acordes perfeitos duplos ou triplos, de modo que parece dever resultar uma cacofonia espantosa; mas, por uma espécie de magia, quando estes jogos estão unidos a todas as espécies de jogos de flauta de 2, 4, 8, 16 ou 32 pés abertos ou tapados, resulta desta mescla o conjunto mais surpreendente e majestoso que se possa imaginar.

Geralmente, os pequenos órgãos não tem mais do que um teclado. Mas os grandes instrumentos tem dois, três, quatro e mesmo cinco, sobrepostos em anfiteatro, e mais um pedal. Quando o órgão tem cinco teclados, o primeiro é chamado positivo, o segundo teclado de grande órgão, o terceiro teclado de bombarda, o quarto teclado de descrição e o quinto teclado de eco.

O vento, nos órgãos, é distribuído por grandes foles em canais que comunicam com o interior dos someiros.

Com o passar do tempo, o órgão foi adotado definitivamente  para os chamados serviços religiosos, e, a partir dai, talvez pela organização dos registros, pode-se estudá-lo com maior precisão e intensidade.

No século X surge o órgão portátil, com 4 ou 5 tipos de tubos e já munido de registros denominados de regal (régale).

Na idade média e início de renascimento era mais relevante numa composição musical a igualdade entre as vozes e a complexidade contrapontística. Já no renascimento tardio/ início do barroco há uma grande valorização da monodia acompanhada, que seria derivada da prática musical grega. O baixo contínuo seria então o acompanhamento desta monodia, inicialmente realizado em instrumentos da família dos alaúdes (chitarrone, teorba) e posteriormente em instrumentos de teclado (cravo, órgão, regal).

O regal é um pequeno órgão portátil de um só registro, que na maioria das vezes era de palheta, com um timbre bem anasalado

Fonte:

http://www.movimento.com/especial/baixocontinuo/2.asp#_ftn2

Havia um outro tipo de órgão portátil, o positivo, apenas com duas ou três ordens de tubos e um teclado de 25 teclas. Até aos começos do século XIV aparece a pedaleira, isto é, um novo teclado com as teclas em madeira para ser acionado com os pés do executante.

O número de teclas, tanto do manual como da pedaleira, aumenta constantemente e no século XX constroem-se grandes órgãos com teclados de 61 teclas e pedaleiras podendo dar 31 notas.

Na maioria dos instrumentos modernos, os teclados, bem como os registros, se acham instalados, como nos órgãos antigos, mas sim numa peça situada a certa distância deste, chamada consola. Enfim, graças a um dispositivo de eletroímãs, inventado pelo construtor Gonzalez, a consola pode-se tornar móvel.

Enorme órgão é o que se acha na Escola Nacional de Música do Rio de Janeiro. O gigantesco instrumento pesa aproximadamente 17 toneladas, e foi construído pelos conhecidos fabricantes Giovanni Tamburini, de Cremona.

Em 1954, uma multidão de curiosos parou para acompanhar a chegada do enorme órgão de tubos Tamburini ao vistoso prédio na Rua do Passeio, 98. Inaugurado como Conservatório Imperial em 1848, o endereço nunca mudou de vocação. Com a proclamação da República, tornou-se Instituto Nacional de Música, em 1890, Escola Nacional de Música da Universidade do Brasil, em 1937, e, desde 1965, sedia a Escola Nacional de Música da UFRJ. Pelo quadro de professores da casa passaram compositores que têm lugar de destaque na história da música brasileira: entre outros, Francisco Manoel da Silva, autor do Hino Nacional, César Guerra-Peixe, Leopoldo Miguez, Francisco Mignone e Alberto Nepomuceno.

Fonte: http://vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro/editorial/m667/historias-cariocas


Consta que o instrumento é um aparelho notável, de impulsão elétrica; possui uma mesa de 4 teclados, cada um com 61 notas; 5000 tubos de madeira e de metal e aproximadamente 64 registros integram o sistema musical desse órgão, considerado um dos maiores e mais importantes da América do Sul.

A maravilhosa engrenagem do grande instrumento (popularmente conhecido como Órgão de Crema) é mantida por 40000 metros de fios e 12000 eletromagnetos; compõe-se a pedaleira de 32 notas, e no órgão 67 pistões produzem cerca de 60 metros cúbicos de ar por minuto.

  • O maior órgão ibérico de Portugal encontra-se na Igreja de São Vicente de Fora, em Lisboa. Construído em 1765 pelo organeiro João Fontanes de Maqueixa e restaurado em 1994 por Claude e Christine Rainolter de França, trata-se de um dos melhores exemplares da organaria portuguesa do século XVIII, com 2 manuais e 60 meios-registos num total de 3.115 tubos.
  • O maior órgão de Portugal encontra-se na Igreja da Lapa na cidade do Porto. Trata-se de um Grande-Órgão Romântico construído pelo organeiro Georg Jann na Alemanha e acabado de montar no ano de 1995. Possui um total de 42 sinos e 4.307 tubos accionados por 63 registos, 1 pedaleira e 4 manuais, o quarto dos quais com 4 registos em chamada no topo da caixa. Desde então tem servido ininterruptamente a liturgia daquela igreja de uma forma exemplar. Desempenha ainda uma forte actividade concertística, fazendo da cidade do Porto um forte polo musical. Teve como seu primeiro organista titular o Prof. Paulo Alvim e agora o organista Filipe Veríssimo.
  • O maior órgão da America Latina, é o órgão da Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora, em Niterói, inaugurado no dia 16 de Abril de 1956 pelo Maestro Fernando Germani, organista do Vaticano. Possui 11.130 tubos, desde o menor com 8 milímetros, ao maior com 12 metros de altura. Citemos uma informação do jornal O Fluminense: "O conjunto é comandado e controlado na consola (mesa de teclados), na qual estão além dos cinco teclados e da pedaleira, 211 placas móveis que acionam os registros, os 51 "accoppiamenti" de oitava, os anuladores, os sinos, a harpa e os trêmulos. O organista tem ainda à disposição, 90 pistõezinhos, 20 pedaletes e 4 pedais que servem para tornar fácil a manobra de todos os comandos. Todo o trabalho do organista é facilitado pelas indicações luminosas e pelos mostradores que ajudam a tocar esse instrumento, tornando-o mais maleável que os pequenos órgãos antigos". ( "O Fluminense" - 27 e 28 de agosto de 1989).
  • O maior órgão do mundo encontra-se na Convention Hall da Organ Society em Atlantic City (Estados Unidos). Este possui 7 manuais e 2 pedaleiras. Tem duas consolas. Foi construído entre Maio e Dezembro de 1929 pela Companhia Merrick, na época situada em Long Island, Nova Iorque. Desconhece-se o número exacto de tubos que o compõe, mas pensa-se que está por volta dos 33.114.
  • Outro exemplar de grandes dimensões é o órgão da Catedral de Santo Estêvão em Passau, na Alemanha. Possui 17.774 tubos e 233 registos.
  • O órgão da Paróquia Martin Luther é o opus 2.733 da célebre firma alemã de organaria Riger, construído em 1936. Possui 2 manuais, pedaleira e 18 registos perfazendo um total de 1.140 tubos de estanho, zinco, cobre e madeira. Funciona com tracção eletropneumática. Foi comprado em 1938 e instalado no Colégio Champagnat (PUC), Porto Alegre/RS. Posteriormente, em 1972, foi transferido para o Salão de Atos da PUC. Depois de um curto período em atividade naquele local, foi desmontado e encaixotado pelo Irmão Renato Koch, FSC. Em 1984 foi então adquirido, remontado e restaurado na Paróquia Martin Luther. Este instrumento tem à data servido a liturgia dos cultos, especialmente as cerimónias de Bênção Matrimonial. Periodicamente realiza concertos dos quais têm participado os mais renomados organistas internacionais.

Fonte : http://pt.wikipedia.org/

Como curiosidade, o órgão da Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora, inaugurado no dia 16 de Abril de 1956, uma segunda feira  http://www.calendario.cnt.br/Calendar25.htm ,  pelo Maestro Fernando Germani, organista do Vaticano, foi orçado na época,  pela impressionante quantia de Cr$ 5.000.000,00.

Na Igreja de S. Suplicio (Saint - Sulpice) , em Paris, há um órgão que possui aproximadamente 7.000 tubos. Com certeza, está o famoso instrumento classificado entre os maiores do globo.

Vide imagem em: http://farm1.static.flickr.com/138/353391836_c876fd4cda.jpg?v=0

Há órgãos famosos, verdadeiras obras primas, com os seus tubos e maquinaria inclusos em peças de madeira ( os bufets) , geralmente ornamentados de esculturas, de estátuas, brasões e outros trabalhos efetuados por artistas dos mais renomados.

Entre os órgãos mais expressivos e famosos do mundo destacam-se os da:

Catedral de Salamanca (1380) Espanha
Santa Catarina de Sião (1400) Suiça
Catedral de São Pedro (1420) Roma
Igreja de Maria (1480) Durtmund, Holanda
Catedral de Nordlingen (1466) Baviera

Na Alemanha, Inglaterra e França viveram e ainda vivem célebres fabricantes de órgãos. Do século XVI a XVII, destacou-se, na Alemanha, a família Compenius; no século XVII, em Londres, sobressaíram os Dallam e Harris; de XVII a XVIII, em França, os Clicquot.

Considerado pelos especialistas como o rei dos instrumentos musicais, o órgão lá pelo século IX eram fabricados por alguns monges da França e da Alemanha, e no século XII foi introduzido os tubos que formarão variados jogos. Até 1325 predominavam os chamados teclados de pedal. No século XV surge os jogos de lingüeta que reforçaram o desenvolvimento sonoro.

Incrível que nos séculos XIII e XIV havia a necessidade de golpear as teclas fortemente, inclusive utilizando-se os cotovelos para se obter sons de baixa qualidade.

Os avanços tecnológicos sucessivos glorificaram cada vez mais os organistas, os fabricantes, até chegar aos órgãos pneumáticos, com cinco teclados manuais e milhares de tubos.

Com a ajuda do livro (até certo ponto raro) HISTORIA DE LA MÚSICA, por José Subirá, da Salvat Editores, S.A, ampliamos os conceitos já emitidos, com mais riqueza de detalhes.

O órgão ocupava importante lugar no interior das mansões da antiga realeza castelhana. Sancho IV tinha em seu castelo real com um ótimo soldo o maestro Martin de los órgãos. Frei Juan Gil de Zamora, o preceptor daquele monarca, declarou em seu tratado musical que o órgão era o único instrumento adequado para os diversos cânticos, hinos, nos templos, pois os outros não mereciam confiança devido o abuso que os mesmos haviam feito os trovadores.

Com a prosperidade do instrumento surgem organistas em várias nações e o intercambio entre elas é muito grande, adaptando-se perfeitamente em cada caso concreto.

Leonardo Mertz fabrica órgãos não só para Worms, Wurzburg e Nuremberg, como também para Barcelona, entre 1459, 1463.

Em 1560 foi construído o órgão da catedral de Valença, por um alemão chamado Peter Pons.

Naquela época na Espanha, o intercambio entre nações era grande, principalmente com a França, como por exemplo o fabricante do órgão da catedral de Bayona construído em 1488, por Domingo de Castelbon.

Um aspecto muito interessante para o pesquisador, ou para o visitante do site é que os órgãos espanhóis tinham uma característica peculiar que não afetava a construção, mas a certos aspectos parciais: disposição de registros e teclados. A introdução desses instrumentos no culto contribuiu a ser desenvolvida uma ampla literatura musical de tecla, a qual era escassa em alguns paises que predominavam as igrejas chamadas ortodoxas.

Reafirmando o que já foi dito, os órgãos eram decorados com gosto e riqueza; nas fachadas proliferaram pinturas e esculturas , destruídas umas pela fúria dos homens eu pela ação implacável do tempo, outras conservadas em variados museus e colecionadores.

Constitui uma exceção, dita por Michel Brenet, o famoso órgão de Salamanca (1380), a mais antiga fachada conhecida que permanece ainda no seu lugar.

As pinturas sobre a madeira conhecidas com a denominação Triptico de Nájera é atribuída a Memling (1485), local em que representa o Cristo rodeado de anjos cantores e instrumentistas, provem do órgão de um monastério de Castilla la Vieja.

Na França, a fachada do órgão de Perpiñán foi construída no estilo espanhol (1504), e apesar de ter perdido os seus volets, estes são conservados em uma capela próxima.

O órgão da Catedral de Barcelona, foi construído no ano 1537.

Umas grandes portas fechavam sua caixa, pintadas por Pere Serafí "o Grego" no ano 1560. Estas pinturas, foram retiradas em 1950 e conservam-se ao Museu da Catedral.

Do tipo deste órgão, só há quatro na Europa, a Daroca, a Palma de Mallorca e a Perpiñán. Conserva de sua construção primitiva, o primeiro teclado e os registros junto com os 16 pés de madeira que fazem soar os tubos maiores.

Foi restaurado em várias ocasiões, dispondo de 61 registros e quatro teclados, o segundo é de trompeteria horizontal, tipicamente espanhola e dois motores para repartir o ar.

Além de acompanhar musicalmente os atos litúrgicos, celebram-se com freqüência, à catedral, grandes concertos

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral_de_Barcelona

Consta que a fachada do Perpiñán tem quinze metros de altura por sete e meio de largura, formando uma superfície plana dividida em doze compartimentos com uma centena de tubos pintados a dourado.

OUTROS REGISTROS HISTÓRICOS

Doble Virginal, por Martin van der Biest, Século XVII

Virginal inglês de roble. Século XVI


http://www.orpheon.org/OldSite/Seiten/Abra/Coll-kb.htm

(Inclusive para ampliar a imagem)

Claviorganum, 1598
Made by Laurentium Hauslaib
Nuremberg, Germany
Wood and various materials; L. 26 in. (66 cm)
The Crosby Brown Collection of Musical Instruments, 1889 (89.4.1191)
 

ÓRGÃOS ELETRÔNICOS

Os órgão eletrônicos surgem a partir da década de 1970, aproveitando as inovações que iam sendo feitas nos sintetizadores. Com o desenvolvimento da tecnologia tornaram-se cada vez mais sofisticados, com recursos de imitação de vários instrumentos,e, não somente dos órgãos. Com a chamada tecnologia digital, com chips de memória, permite que se efetue um acompanhamento amplo. Já mais para os anos 80, foram produzidos órgãos para praticamente toda a classe de pessoas (adultos, jovens, crianças), profissionais ou amadores; popularmente são conhecidos como teclados eletrônicos.

Pela extensão temática, por estar fora dos nossos propósitos mediatos, não ampliaremos o artigo.

TOQUE FINAL

USA, Garden Grove (CA), Crystal Cathedral

Fonte: http://www.die-orgelseite.de/index.html

Para os pesquisadores e aficionados, recomendamos a visita ao portal acima. É simplesmente imperdível. O banco de dados sobre os mais importantes órgãos mundiais é de uma riqueza e profissionalismo irreparáveis : imagens, históricos, musicas, etc. recheiam e enchem a nossa vista. Na abertura (home), no endereço acima, um slide primoroso detalha e orienta o visitante.

Fontes consultadas: internet com respectivos créditos, enciclopédia W.M. Jackson, Inc. Editores, HISTORIA DE LA MÚSICA, de José Subirá, Salvat Editores, S.A, livro Curiosidades, Valmiro Rodrigues Vidal, Editora Conquista, Lello Universal, Lello @ Irmão Editores, Tesouro da Juventude, W. M. Jackson, Inc. Editores.

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